Meia noite no jardim do bem

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Férias 3

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Se eu tivesse um hotel, escolheria ter camas de sonho, não necessariamente as mais caras do mundo, não precisavam ser lindas, podiam ser só sommiers, mas teriam de ser camas onde dormir fosse muito bom, onde apetecesse chegar e demorar a sair, onde quem lá dormisse nunca mais se esquecesse e, quem sabe, pensasse em voltar só por causa da cama.

Branco. Lençóis muito esticados. Colchão perfeito. Tamanho suficiente para não chegar a parecer que durmo sozinha. Edredon, nem leve, nem pesado. Almofada que afunda só até onde deve ser. Ar condicionado nos 23 graus e aquela sensação de poder dormir tapada, mesmo no verão. Como tem sido nesta, que quero levar para casa, assim mesmo, sem tirar nem pôr. Não dá para explicar…

Férias I

Silvia

Fofos! Ya, ya… aposto que sabem o que são. Umas pistas, supostamente fofas, de onde nos atiramos para nos divertirmos imenso. Foi esta a minha estreia num Parque Aquático. O meu marido, em quem confio muuuuito, mesmo!, disse-me que seria um bom começo, e a verdade é que já que ali estávamos – o meu enteado fazia 8 anos e não havia como fugir -, não quis fazer papel de ignorante. Quantas vezes disse à minha filha que não deve dizer que não gosta de couves de bruxelas mesmo antes de provar?! Atirei-me sem medos – quem me conhece sabe que sou uma mulher destemida, nesta vida -, e passei aquele tempo, não sei quanto, mas foi bastante, a tentar chegar de pés, e a sentir a água a entrar-me por todos (todos…) os orifícios do corpo! Depois de tanto esforço, e de me conseguir recompor, biquini arrumado, ponderei, mas muito francamente, a experiência não valeu a pena. Eu juro que tentei, mas há coisas que não nascem connosco, por isso, fui passar o resto do dia na espreguiçadeira, esticada. E filas (eu digo outra coisa, mas ele corrige-me sempre!) e piscinas muito comunitárias nunca foram a minha onda. E agora, desforro-me (acumulei muitos créditos), junto à piscina, na minha praia! Até já 😉

Muitas desculpas

SL Benfica v Vitoria SC - Liga Portugal
Artigo publicado em Dinheiro Vivo

“Cardozo pede desculpas mas ainda ninguém o viu”. Título interessante este para a notícia sobre o regresso do avançado do Benfica aos treinos, 73 dias depois de, em pleno relvado do Estádio Nacional, na final da Taça de Portugal, ter empurrado Jorge Jesus e ter culpado André Almeida pela derrota frente ao Vitória de Guimarães.

Os problemas entre jogador e treinador não ficarão resolvidos com este pedido de desculpas tardio e indireto – o nome de Jesus nunca foi referido -, mas as desculpas ficaram dadas. É sabido que estas não se pedem, evitam-se, mas errar é humano e depois do mal feito, blá, blá, blá, por isso venham elas.

Cardozo fez aquilo que os líderes (e não só) recusam fazer, no futebol, como na política. Pessoalmente incómodos, os pedidos de desculpas são muitas vezes entendidos como uma confissão de culpa, pelo que é frequente a recusa em torná-los públicos. Hoje, raramente erram, raramente se enganam, raramente se arrependem, logo, nunca pedem desculpas.

Aquilo que ensinamos aos nossos filhos, desde pequenos, um ponto importante na educação de todos, parece ser cada vez mais entendido como uma estratégia de alto risco, mas a verdade é que pode ser ainda mais arriscado uma declaração de inocência quando tudo aponta para o contrário.

A ministra das Finanças é um exemplo claro e recente de “como um pedido de desculpas pode ser que não piorasse”. Maria Luís Albuquerque, envolvida numa série de omissões no caso dos swaps, o que contamina a sua credibilidade, tentou segurar Joaquim Pais Jorge na secretaria de Estado do Tesouro até ao fim. Preferiu teimar e defender a sua escolha, fazê-lo contra todas as evidências de que Pais Jorge terá tentado vender swaps ao anterior governo para tentar maquilhar as contas públicas.

A ministra das Finanças tomou uma má decisão, não assumiu a sua responsabilidade, fez o que a maioria faz, que é instintivamente negar a sua culpa, pior, por teimosia e orgulho, defendeu a sua escolha, e agora, ainda sugere, ela e o seu secretário de Estado, que são ambos vítimas de não se sabe muito bem quem. Bem, a verdade é que, como diria Vinicius, quem não pede perdão, não é nunca perdoado.

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Nhami

Este domingo, houve, finalmente, tempo para o teu sushi e estava tão boooom! A família do coração adorou.

Sushi

E eu fiz o meu doce. [Mafalda terás que me desculpar, mas há receitas tuas que já passaram a ser minhas, como esta, que republicaste há dias. Fi-la, pela primeira e única vez, há três anos, e nunca mais nos saiu da cabeça, ou melhor da boca. No outro dia, a Catarina encontrou-a na tua página. Foi o destino. Já está prometida para as férias. A minha pasta.

Salmão MafaldaPinto Leite

E hoje, faz 2 anos o meu Afonxo

Afonso

E estamos quase de férias.

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Sim, ama-se alguém que não ouve a mesma canção

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Hoje sou a Farmacêutica de Serviço nesta milagrosa Farmácia

Nem tudo é um mar de rosas, nisto do casamento (a lua de mel foi mesmo uma delícia, obrigada, como podem ver pela fotografia em cima). Já tivemos um ou dois stresses, admito. Além da inabilidade do meu marido para fazer arroz (a única), que já provocou um diferendo e a promessa, dele, de nunca mais se dedicar ao dito, a grande controvérsia entre nós é a música. Para ele, o meu som é quase todo “muito down”, para mim, aquilo que ele ouve é sempre “panados com pão”, não sei se me faço entender?!

Na festa de casamento, só houve música porque o DJ já fazia parte da lista dos convidados – do meu lado – e porque, é um facto, o bolo dos noivos já tinha sido entregue ao amigo do meu marido, o querido patisseur Luís. E por casa, ganham os meus 124 iPods, espalhados por todo o lado, a minha pré-adolescente viciada em hits e, há que dizê-lo, a tolerância dele para com o meu som e para com a minha grave inaptidão para a eletrónica.

Não temos uma música da nossa vida (ainda!), nem uma playlist da nossa existência. É claro que os nossos corações batem por algumas bandas, como esta, por exemplo, mas não, não somos do género de casal que se conhece, apaixona-se e decide casar-se também porque ouve as mesmas músicas e vê os mesmos filmes.

Cheguei a pensar nisso, mal constatei as diferenças, mas se rápido pensei, mais rápido deixei de pensar. Por todas as razões amorosas e apaixonadas, que evito aqui escrever para não vos saturar, pelas vantagens evidentes de quem passa a receber novas referências musicais, e não só, mas sobretudo, porque percebi, entretanto, que mais importante do que partilhar a vida com alguém que lê os mesmos livros, é fazê-lo com alguém que sente da mesma maneira.

Lamento contrariar Carlos Tê e Rui Veloso, mas sim, ama-se alguém que não ouve a mesma canção.

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Corta, banca, corta

Opinião

Artigo publicado em Dinheiro Vivo

De facto, Mota Soares tem razão quando diz que a ligeiríssima queda do desemprego em junho – de 17,6% para 17,4% – não permite euforias. Se não nos bastasse a profecia de Gaspar, que, já em março, admitia que poderíamos ter picos de desemprego de 19% em 2013, e se não soubéssemos da sazonalidade implícita nestes dados, o que se prepara para acontecer no sector da banca é mais do que suficiente para perceber que não existe, de facto, motivo para animação.

Os grandes bancos, que não pararam de cortar no pessoal, vão continuar a reduzir e muito o número de trabalhadores. Só nos últimos seis meses, os três grandes bancos cotados – BCP, BES e BPI – despacharam mais de 300 pessoas e as previsões (os números definitivos só serão conhecidos em Setembro) apontam para que, no futuro, os cortes nestas mesmas instituições tripliquem.

O BCP, que no último ano perdeu quase 1200 trabalhadores, deverá eliminar mais mil pessoas até 2015, já no BPI, as previsões apontam para uma redução de cerca de 360 colaboradores. E o BES tem prevista a saída de 200 pessoas.
A redução da capacidade instalada e dos custos operacionais em nome de uma maior rentabilidade das operações em Portugal, onde a crise também se traduz na redução da procura de serviços bancários.

Nos casos do BCP e do BPI, que receberam a ajuda do Estado, é com a Comissão Europeia que estes bancos negoceiam, acertam, os cortes a efectuar na sua estrutura. Mas, não é difícil de perceber, olhe-se para o que faz o BES, que não recebeu ajudas públicas e, por isso, não é obrigado a nada, que não é preciso Bruxelas impor nada para os bancos reduzirem o seu quadro de pessoal. Não, não é por imposição de Bruxelas, tem sido assim nos últimos anos e assim continuará a ser, através de saídas naturais, pré-reformas e rescisões negociadas. Más notícias para o desemprego, que caiu de 17,6% para 17,4%. Vamos ver.

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